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Chef estrelado leva alta gastronomia a estação de trem de Paris

Divulgação/eric-frechon.com
Restaurante Lazare, inaugurado no subsolo de um dos terminais de trem mais movimentados de Paris Imagem: Divulgação/eric-frechon.com

Do UOL, em São Paulo

23/09/2013 18h28

Comida em estação de trem deve ser necessariamente ruim, rápida e cara? Não para os franceses. Os chefs estrelados do país tem investido em melhorar a gastronomia de restaurantes localizados em espaços como museus e estações de trem e acabaram transformando os locais em destino não só para quem está com pressa, mas também para procura um bom endereço para almoçar.

O exemplo mais chamativo dessa nova tendência é o Lazare, localizado no subsolo da estação de trem Saint-Lazare, uma das mais movimentadas de Paris. Inaugurado no começo do mês, é criação do chef Eric Frechon, que também comanda o restaurante Épicure, três estrelas no guia “Michelin”.

Clientela, em teoria, não falta: todos os dias, 450 mil pessoas circulam pela estação de Saint-Lazare, a segunda mais movimentada da capital francesa. O desafio é servir um cardápio rápido e saboroso a preços justos com alta qualidade.

“Um chef estrelado em uma estação de trem não é comum”, disse Frechon à reportagem do jornal “Le Monde”. “Mas é também um desafio bem grande que eu desejo enfrentar.”

A casa, que fica aberta sete dias por semana, se propõe a servir pratos como bife a cavalo, pratos defumados para dividir e doces para a hora do chá, além de um desafio pessoal do chef: “Queremos servir o melhor sanduíche de presunto de toda Paris”.

No museu para comer
O chef também assina desde 2010 o cardápio de um restaurante no Grand Palais, um museu e centro de exposições criado dentro de um prédio de 1900.  O local, que funciona até as duas da manhã todos os dias e se tornou um endereço disputado, acabou inspirando uma série de restaurantes em locais históricos e movimentados.

Entre os novos endereços, está um restaurante dentro do prédio da Bolsa de Valores de Paris, construído em 1825. A casa será inaugurada em breve pelo chef Yannick Alléno, que deseja “tornar acessível locais míticos aos parisienses, que poderão vir almoçar em um monumento histórico com um menu fixo de três pratos a € 28 [cerca de R$ 83]”, segundo declarou ao “Le Monde”.

Para Rachel Picard,  diretora-geral da SNCF (empresa que comanda as ferrovias na França), o projeto do Lazare pode dar início a uma mudança no conceito de serviços nas estações de trem. “Não temos vontade de instalar um grande chef em cada terminal, mas esse restaurante já deu algumas ideias a grandes nomes da culinária”, disse ela à publicação. 

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