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Gato por lebre: polícia apreende toneladas de comida falsificada

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Produtos como queijos e vinhos falsificados foram apreendidos em operação da Interpol Imagem: Getty

18/02/2015 16h22

Quando fala-se em produtos falsificados, a primeira coisa que vem à mente são bolsas e roupas de marca que ganham imitações de qualidade duvidosa no mercado.

No entanto, um tipo de falsificação é bem indigesta: a venda de produtos alimentícios que enganam o consumidor. A Interpol revelou na última segunda-feira (16) o resultado de uma operação envolvendo 47 países para remover alimentos adulterados do mercado. Foram no total 2,5 mil toneladas de produtos recolhidos.

As alterações variam de acordo com o país. Enquanto na Inglaterra garrafas de "vodca" eram, na verdade, preenchidas com bebida à base de líquido anticongelamento (muito usado em carros para evitar que o motor pare de funcionar durante o inverno), na Itália queijos e frutos do mar fora do prazo de validade eram "maquiados" com produtos químicos para serem vendidos novamente ao consumidor.

A operação Opson IV, que terminou no fim de janeiro, chegou a apreender garrafas de água falsificadas na Noruega e cafés espanhóis que continham uma mistura de grãos inferiores, mas que eram vendidos como produto "premium". No ano passado, a mesma operação recolheu 1,2 mil toneladas de alimentos adulterados.

Hambúrguer de cavalo
A adulteração de alimentos não é uma atividade nova, mas tem sido alvo de uma vigilância cada vez maior das autoridades, tanto por conta do prejuízo financeiro quanto por problemas de saúde causados ao se consumir os produtos manipulados.

Em 2013, a descoberta de que carne de cavalo era vendida como se fosse de porco ou de boi atingiu diversos mercados europeus. O ingrediente apareceu em produtos congelados, como almôndegas pré-prontas, e chegou a ser vendido (sem que o consumidor soubesse) em 17 países do continente.

Já em 2014, a polícia italiana apreendeu mais de 30 mil garrafas de vinho falsificado em supermercados e lojas do país. As garrafas eram vendida com rótulos de vinhos respeitados no mercado, mas continham bebida de qualidade inferior, que vale menos de R$ 2 por litro.

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