Receitas

Com voto popular, revista elege os melhores da gastronomia brasileira

Fernanda Meneguetti

Do UOL, em São Paulo

16/06/2015 15h51

Na última segunda-feira (15) aconteceu a 12ª edição do "Prêmio Melhores do Ano da Gastronomia", promovido pela revista "Prazeres da Mesa". Foram 28 vencedores entre chefs, baristas, bartenders, confeiteiros e estabelecimentos do país, todo eleitos pelo voto virtual do público –este ano, foram 20.635 eleitores independentes. Chefs indicados e até vencedores também fizeram parte do júri, ainda que não pudessem votar em si mesmos.

Dentre as principais categorias, o chef paranaense Alberto Landgraf, do contemporâneo Épice, em São Paulo, recebeu o cobiçado título de restaurante do ano. “Fico feliz de verdade. Sei que não fomos escolhidos apenas por quem frequenta o restaurante, mas sinto que tivemos votos de pessoas que já me ouviram falar do nosso trabalho, de estudantes de gastronomia que querem seguir um caminho próprio”, comentou.

Já o chef revelação foi Fabrício Lemos, do Amado, em Salvador. Formado pela famosa escola parisiense Le Cordon Bleu, Lemos é de fato um novato, já que ocupa o cargo há coisa de seis meses – tempo suficiente para desbancar nomes como os de Marcelo Bastos (do paulistano Jiquitaia) e de Fabio Vieira (do paulistano Micaela, atual chef revelação pela revista "Veja São Paulo").

Fora do centro
No sentido da descentralização do poderio gastronômico da capital paulista, Thiago Castanho, do Remanso do Bosque e do Remanso do Peixe, ambos em Belém do Pará, tornou-se chef do ano, graças ao bom uso dos ingredientes locais. E como coroação final, o Remanso do Bosque foi alçado a restaurante do ano na região Norte.

Na mesma toada, Lia Quinderé, da Sucré, em Fortaleza, faturou o prêmio de chef pâtissière, e Gracielle Rodrigues, do Black Coffee, em Curitiba, elegeu-se a barista do ano, deixando para trás a sempre favorita Isabela Raposeiras, do Coffee Lab, em São Paulo.

Vale mencionar que o Rio de Janeiro dominou as categorias relacionadas a bebidas. O simpático e criativo Alex Mesquita, do Paris Bar, no bairro do Flamengo, elegeu-se o barman do ano. “Fiquei tão emocionado que até derrubei o celular", conta ele. "Ser bartender é entender o que a pessoa que senta ao seu balcão deseja e eu faço o máximo para conseguir isso”.

Na sequência, o Delirium Café, em Ipanema, também na zona sul carioca, foi reconhecido como o melhor serviço de cervejas, ao passo que Gabriel di Martino, da cervejaria St. Gallen, em Teresópolis, na Serra Fluminense, foi tido como o melhor mestre cervejeiro do Brasil.

Em contrapartida, nomes aguardados como os de Helena Rizzo, Roberta Sudbrack e Alex Atala (ainda que a brigada de seu D.O.M. tenha sido reconhecida como a mais eficiente) não ganharam menções especiais.

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