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Cerveja de chocolate é uma delícia. Veja exemplares nacionais e importados

Do UOL, com agência

08/02/2018 10h08

Na história recente, a cerveja e o chocolate são vistos como prazeres. Mas as cervejarias artesanais no Brasil e no mundo, atentas à ideia de que o processo de torrar maltes e torrar cacau são relativamente similares, uniram esses gêneros arbitrariamente separados por gênero.

"Dependendo do tipo de chocolate que você usa, geralmente pode esperar sabores tostados e chamuscados com notas de sabor ricas e doces - uma harmonização perfeita para o forte sabor torrado de uma boa stout", diz Chris Schofield, coproprietário e mestre cervejeiro da americana Barreled Souls Brewing.

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"A dificuldade é descobrir como fazer a personalidade do chocolate aparecer melhor na cerveja.", disse em entrevista à Bloomberg.

Entre as nacionais, contamos com ótimas experiências das cervejarias Baden Baden, com sua Chocolate Beer, e Tupiniquim, com a Monjolo Floresta Negra - esta segunda, além do cacau, conta com acréscimo de baunilha e framboesa. A primeira é encontrada em mercados e empórios especializados por uma média de R$ 18 (garrafa de 600 ml), já a segunda sai por uma média de R$ 30 (garrafa de 310 ml).

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Baden Baden Chocolate e Tupiniquim Monjolo Floresta Negra Imagem: Divulgação

Mas as cervejas de chocolate também já conquistaram bebedores pelo mundo e contam com exemplares dos EUA à Suécia:

Chocolate Cherry Dark Matter

Excepcional variação da black ale da Barreled Souls, a Dark Matter, essa versão contém abundantes quantidades de chocolate e cereja. O cacau e os frutos adicionados emprestam um sabor doce e envolvente aos tons de café torrado e de geleia de frutas negras de sua base alcoólica (10,1% de teor alcoólico). Não está à venda no Brasil.

Imperial Mexican Biscotti Cake Break

Essa mistura das cervejarias Evil Twin e Westbrook englobou tudo, menos a pia da cozinha. A Imperial Biscotti Break da Evil Twin, preparada com baunilha, amêndoas e café, se une à Mexican Cake da Westbrook, feita com grãos de cacau, grãos de baunilha, canela em pau e pimenta habanero fresca. Cada um dos muitos ingredientes é combinado de forma harmoniosa a cada gole dessa insana imperial stout (10,5% de teor alcoólico). Não está à venda no Brasil.

Breakfast Stout

A Breakfast Stout da Founders Brewing, no paladar, é fresca e suave, com uma leveza convidativa ao consumo em grandes quantidades. Á venda no Brasil em sites e empórios especializados por uma média de R$ 34.

Beer Geek Cocoa Shake

O império de cerveja artesanal do rótulo dinamarquês independente Mikkeller remete a sua oatmeal stout Beer Geek Breakfast, preparada com café de prensa francesa. Ao longo dos anos, a receita foi atualizada com uma série de misturas diferentes. Neste caso, foi transformada em um milk-shake de cacau. Lembra massa de brownie, fogueira de acampamento e malte tostado (12,1% de teor alcoólico). Não está à venda no Brasil.

Original Maple Truffle Ice Cream Waffle

A mestra sueca das dessert beers Omnipollo, em colaboração com a britânica Buxton, acerta em cheio com essa série de cervejas inspiradas em sorvetes preparadas com lactose. Com notas verdadeiramente únicas copiadas precisamente de todo tipo de sabores, do bolo de mirtilo ao sorvete de limão merengado, trata-se de uma Maple Truffle Waffle que agrada os chocólatras: tem um dulçor viscoso com notas de chocolate coberto de bordo (11,5% de teor alcoólico). Não está á venda no Brasil.

Nem tudo é chocolate

Consumidor, fique atento. Nem toda cerveja que estampa "chocolate" no rótulo leva cacau na fórmula. Muitos exemplares nacionais e estrangeiros do estilo Porter e Stout apresentam tosta de malte que pode lembrar o doce - mas que não é necessariamente de um acréscimo de cacau.

(Com Bloomberg)

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